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São Miguel/RN

quinta-feira, 23 de julho de 2015

"Sexo oral feito por mulher é melhor", diz Natália



Desinibida, despachada, polêmica, sensual. As palavras que definem Natalia Casassola, hoje com 30 anos, são as mesmas que fizeram a gaúcha roubar os holofotes quando participou pela primeira vez do “Big Brother Brasil”, na época em sua oitava edição, quando a loira tinha 22 anos. Apesar de continuar com o mesmo sorriso largo e sem pudores para falar de assuntos como a sua bissexualidade, ela garante que mudou muito. Em seu segundo ensaio sensual para o Paparazzo, Natalia e mostrou o corpo voluptuoso que deixou muita gente babando - inclusive Fernando Mesquita e Yuri Fernandes, respectivamente na oitava e décima terceira edição do “BBB”.
De fato, muita coisa mudou nos últimos sete anos. Ao sair do confinamento, Natalia viveu um affair com Fani Pacheco, mas na época não considerava o clima com a também ex-BBB um indício mais forte de seu interesse por pessoas do mesmo sexo. Agora, afirma com todas as letras que é bissexual: “A mulher hoje em dia é direta,  vai lá e faz. Por isso digo que os príncipes estão virando sapos. Eu mesmo sou assim. Acho que talvez elas estejam tão diretas que os homens estão mal acostumados a não agir como homens e acomodados nessa situação, porque a mulherada pega e vai, firme e forte. E talvez por isso eu fique com mulheres”.
A gaúcha diz que não sentiu muita diferença no dia a dia depois que falou sobre o assunto publicamente. “Minha vida intimamente não mudou porque já era bissexual e só anunciei. Lógico que a quantidade de mulheres que antes não vinha, agora vem mais tranquila, tendo a certeza de que tudo bem. Mas também não é uma coisa assim, tipo Nossa Senhora! Eu não sou a Xuxa (risos). Como falei de uma coisa que para mim era tão natural e que eu não estava fazendo mídia, foi normal”.
'Assunto de mulher é chato'
Mesmo afirmando que tem atração por mulheres, Natalia explica que as ficadas têm  momento certo para acontecer. “Não saio de casa para encontrar outra mulher e jamais vou namorar uma porque acho mulher muito chata. Assunto de mulher é chato, as conversinhas... Fico com mulher em balada quando já estou mais para lá do que para cá, e como as mulheres têm mais atitude do que os homens, acabo ficando com elas. É mais uma diversão. Eu gosto, não deixo de gostar de mulher, mas não levaria isso para um compromisso, para uma coisa mais séria. Não aguentaria”.
Mesmo impondo limites, Natalia assume que o interesse é completo e vai muito além do beijo na boca. “Faço sexo, sim. Se beijou, você faz. Não venha me dizer ‘ah, eu só beijo’. Porque quando você está beijando, a pepeca está batendo palma”, brincou ela, que disse ter descoberto essa atração na época em que se envolveu com Fani.
A gaúcha acha que o relacionamento com mulheres foi a grande revolução que aconteceu em sua vida sexual nos últimos anos: “Foi o que acrescentou, porque sempre fui tão safada que não tem uma coisa que eu diga: ‘Nossa, mudei, eu era papai e mamãe e virei de quatro agora’. Então a grande diferença foi essa”.
Entre o beijo de um homem e o de uma mulher ela diz que não tem preferência, mas que quando beija uma mulher gosta de encarnar seu lado “macho”. “Um beijo é totalmente diferente do outro. De mulher com mulher eu sou o homem porque tenho vontade de morder. Porque é tão delicadinho...”. Mas quando o assunto é sexo oral, é taxativa: “Ah, para fazer na gente, mulher é melhor!”.
Morando em Florianópolis, Natalia conta que curte aventuras de improviso e não gosta de planejar. “Sou de momento. Tem que ter o momento certo porque se você planeja muito não fica uma coisa gostosa. Já fiz sexo na beira da praia e foi maravilhoso porque estávamos no final da tarde e eu moro numa praia mais isolada de Florianópolis. Costumo levar um lençol de casal para não ficar cheia de areia e aí você brinca, dá uma enroladinha no lençol e ninguém vê nada".

Fonte: folhamax